domingo, 12 de junho de 2011

Apesar de



Apesar dela sempre reclamar do corte de cabelo dele, e de também criticar o seu guarda-roupa("onde é que você vai com essa calça amarela?"), ele segue adorando essa ranzinza porque sabe, como ela, fazê-lo se sentir tão imprescindível na vida de alguém.
Apensa de ele nunca querer sair com os amigos dela e implicar com o jeito que ela dirige, ela não o abandona nem sob decreto, porque ninguem, como ele, sabe fazê-la se sentir tão desejada.
Não lembro quem disse que agente gosta de uma pessoa não por causa de, mas apesar de. Gostar do que é gostável é fácil: gentileza, bom humor, inteligência, simpatia, tudo isso a gente tem em estoque na hora em que conhece uma pessoa e resolve conquistá-la. Os defeitos ficam guardadinhos nos primeiros dias e só então, com a convivência, vão saindo do esconderijo e revelando-se no dia a dia. Você então descobre que ele não é apenas gentil e doce, mas também um tremedo casca-grossa quando trata os próprios funcionários. E ela não é apenas segura e determinada, mas uma chorona que passa 20 dias por mês com TPM. E que ele ronca, e que ela diz palavrão demais, e que ele é supersticioso por bobagens, e que ela enjoa na estrada, e que ele não gosta de criança, e que ela não gosta de cachorro, e agora? Agora convoquem o amor para resolver essa encrenca.
O par ideal não existe. Essa tal de alma gêmea é uma invenção que colou não sei como, porque é só pensar um pouco para ver que não faz sentido: seria uma sorte expecional sua alma gêmea morar na sua cidade, frequentar o mesmo clube e o mesmo bairro que você. Sua alma gêmea pode muito bem viver em Kuala Lumpur ou em Helsinque, como é que você foi cair nos braços do primeiro candidato ao posto sem dar um giro pelo mundo antes?
O que existe é uma necessidade de extravassar nossos sentimentos mais nobres, uma vontade maluca de pertencer emocionalmente a alguém. Existe um sexto sentido que nos conduz em direção a uma determinada pessoa, existe uma vontade de estar junto, de trazê-la para o nosso mundo e também de entrar no mundo dela, existe uma aversão a solidão que nos impulsiona para o desconhecido - ou para a desconhecida. E esses seres estranhos são gentis, bem-humorados, inteligentes, simpáticos, e o que mais? Ele deixa a casa esculhambada, ela é péssima cozinheira. Ele é pão-duro, ela gasta insanamente. Ele se irrita quando seu time perde, ela desmorona quando é criticada. Ele tem medo de altura, ela tem medo de tempestade. Ele chega atrasado, ela nunca esta pronta. Ele é muito distráido, ela é muito ciumenta. Ele não gosta de sair, ela não gosta de ler. Ele dorme tarde, ela tem isônia. Ele é gremista doente, ela nem sabe o que é um escanteio.
Mas de adoram, apesar de.

Martha Medeiros


encilopediarosa@gmail.com







sábado, 11 de junho de 2011

Curiosidades sobre o Sexo





Sexo não têm idade
Mais de 25% de pessoas na terceira idade fazem sexo regularmente – ao contrário do que eles mesmos esperavam quando eram mais novos. Na Nova Zelândia, mais de metade das pessoas com idades entre 75 e 85 anos disse fazer sexo mais de uma vez por mês.

Homens fazem sexo por mais tempo
Não é uma questão de duração de cada transa, mas sim de idade. Homens fazem sexo durante mais anos do que as mulheres (e um grande crédito é o da pílula azul). Quando têm 55 anos, homens possuem mais 15 anos de estimativa de vida sexual, enquanto mulheres possuem apenas 10.

Culpa por infidelidade não depende de gênero

Homens se sentem tão culpados por dormirem com a vizinha quanto mulheres de apelarem para um Ricardão. A diferença é que as mulheres se sentem mais culpadas não pela transa, mas pelo envolvimento emocional, enquanto os caras se sentem mal pelo ato sexual.

Por que as mulheres esperam?
Mulheres que não fazem sexo logo no primeiro encontro estão esperando para ver se encontram um parceiro melhor, geneticamente falando, de acordo com pesquisas. Quando homens esperam é para provar que "aguentam um desafio".

O prazer pode ser perigoso
Homens com a vida sexual bem ativa na faixa etária de 25 a 35 anos possuem risco maior de desenvolver câncer de próstata – especialmente aqueles que se masturbam frequentemente. Mas o risco diminui de acordo com a idade do sujeito e, quando ele atinge 50 anos, a atividade sexual é recomendada para prevenir esse tipo de câncer.

Sexo e felicidade andam juntos
Mas isso não é novidade para ninguém. Uma pesquisa comprovou que pessoas sexualmente satisfeitas são mais felizes, independentemente de sua idade. Só que ainda não se sabe se a felicidade torna o sexo melhor ou se o sexo torna uma pessoa mais feliz.

Extensores de pênis podem funcionar
Você já cansou de receber aqueles e-mails de "aumente seu pênis, pergunte-me como", mas, de acordo com a Universidade de Turin, alguns tipos de extensores de pênis podem realmente funcionar. Um extensor que "puxava" o membro gradualmente conseguiu aumentar o membro de algum voluntário da pesquisa cerca de dois centímetros (quando não estava ereto).

O ponto G pode não existir
O famoso ponto G, o ponto erógeno máximo que seria localizado em algum lugar misterioso da vagina, pode não existir. Um estudo afirma que ele seria apenas fruto da imaginação.

Excitação tem cheiro
O cheiro do suor de um homem é diferente do normal quando ele está excitado – e, segundo pesquisas, as mulheres conseguem perceber a diferença.

Sexo pode significar espiritualidade e não pecado
Mas todo cuidado é necessário. A espiritualidade tem grande efeito na vida sexual das pessoas, especialmente de mulheres – efeito maior do que o álcool ou do que a impulsividade. Um estudo mostrou que pessoas mais espiritualizadas fazem sexo mais vezes e com mais parceiros. Mostrou também que boa parte dessas relações são feitas sem preservativos.



enciclopediarosa@gmail.com

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Clube das Mulheres




Era o meu primeiro dia no trabalho, cheguei um pouco mais cedo e fui recebida pelo supervisor do setor, ele foi super educado e fez questão de me apresentar todas as pessoas da sala, pessoas com as quais eu trabalharia. Um por um, ele dizia os nomes às apresentava, as pessoas davam um sorriso meio sem graça, onde deviam estar pensando “mais uma menina nova”, eu estava achando aquilo um pouco esquisito, uma sala grande, com tanta gente junta, mas enfim, mal conseguia lembrar o nome da ultima pessoa apresentada, até que ele foi me apresentar o meu “chefe”, que seria a pessoa com a qual eu trabalharia diretamente, porque indiretamente trabalharia com mais umas 20... Foi quando ele disse:

- “Esse é o Filipe, você vai trabalhar com ele.”

Quando eu olhei, fiquei completamente hipnotizada, eram os olhos e o sorriso mais lindos que já tinha visto, tudo no rosto dele combinava, eram harmoniosos, os olhos combinavam com a boca, que combinavam com as sobrancelhas, que combinavam com o nariz. Apertei a mão dele, procurando não encará-lo diretamente, o que era praticamente impossível naquela hora, quando ele soltou a minha mão eu ainda não conseguia parar de olhar pra ele, ele ficou me olhando também, devia estar imaginando “o que essa menina está olhando?”, foi quando virou o olhar para computador e eu desviei o meu também, todas as pessoas foram apresentadas, agora eu poderia então sentar na minha mesa, e começar o meu trabalho, foi quando o Supervisor voltou para falar com o meu “chefe” para que ele me passasse os trabalhos e instintivamente eu estiquei a mão, para apertar a mão dele novamente, ele obviamente não entendeu nada, mas apertou a minha mão com educação e delicadeza.
Os trabalhos, preciso assumir que não eram em grande escala, tinham dias que a demanda era tão pequena que eu ficava entediada e a hora por sua vez não passava. Como passava metade do meu dia no trabalho e trabalhando diretamente com o meu “chefe”, era impossível não reparar nele, ele era novo, devia ter no máximo 35,36 anos, era inteligente, engraçado, porém um pouco misterioso, fato este que por algum motivo me fez começar a prestar mais atenção nele. Os dias se passavam e começamos a trocar olhares, no começo nada em especial, apenas duas pessoas se olhando e se observando, talvez com o intuito apenas de ser conhecer, mas com o passar do tempo, as coisas foram ficando mais interessantes, sorrisos e olhares com uma ponta de segundas intenções, começamos a conversar através de um sistema interno da empresa, no começo apenas conversa sobre os trabalhos ou até mesmo dúvidas, depois o rumo da conversa começou a mudar para vida pessoal e interesses, conversamos muito, éramos amigos íntimos em nossas conversas, porém na sala, mal nos falávamos, talvez uma forma de não dar bandeira ou demonstrar para quaisquer outras pessoas o nosso interesse um pelo outro. Até que em uma dessas conversas surgiu um assunto de sairmos para bater um papo e tomar um chope, mas sem que ninguém do setor soubesse afinal de contas, era expressamente proibida qualquer relação amorosa, sexual ou afetiva dentre os funcionários do mesmo setor.
Falávamos disso como se não fosse nada demais e ao mesmo tempo, como se estivéssemos tramando um roubo ao Banco Central, o que estávamos pensando em fazer não era nada demais, afinal, duas pessoas adultas, saindo para tomar um chope e jogar conversa fora não é realmente nada demais... Ou pelo menos era disso que queríamos nos convencer.
Até que chegou o dia, tudo marcado, planejado, tramado, articulado e programado. Saímos do trabalho separados, para não dar bandeira e nos encontramos no barzinho. A situação estava um pouco engraçada, não sabíamos o que estávamos fazendo ali juntos, mas ao olhar um para o outro, o corpo rapidamente nos lembrara o motivo.

- “Vai beber o que?”
- “Um chope né? O que acha?”
- “Por mim está ótimo, nesse calor, não tem nada melhor. Garçom! Dois chopes, por favor!”

Quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez.. Foi mais ou menos a quantidade de chope que bebemos até o bar fechar a porta praticamente em nossas cabeças, ainda eram 11h30minh da noite, quando surgiu o convite inesperado e ao mesmo tempo mais esperado.

- “Ainda está cedo, minha casa é aqui perto, tenho umas cervejas na geladeira, algum problema se fossemos para lá um pouco?”

E agora? O que eu faço? Vou? Não vou? Eu quero ir... Mas se for, posso parecer muito oferecida e se não for... Porque não iria? Eu quero, e daí o que ele vai pensar?Aposto que ele não está nem um pouco preocupado com o que estou pensando dele agora, nesse exato momento... Melhor que não saiba, afinal depois da quantidade de álcool ingerida, a imaginação está um pouco mais fértil do que o necessário.

- “Pode ser, só não posso demorar muito, ainda tenho que ir pra casa.”

Ao chegar a casa dele, meu coração batia mais do que o normal, minha mão estava suando e cinco borboletas voavam dentro da minha barriga, não, eu não estava bêbada e nem enjoada, estava apenas pressentindo como aquela noite prometia terminar.
Ele trouxe as duas cervejas e colocou uma música, estava me sentindo num filme de comédia romântica, onde o mocinho serve a mocinha na sala de casa, em seu primeiro encontro e coloca uma música tudo haver com a situação... rsss
A conversa ia cada vez ficando mais interessantes, falávamos sobre diversos assuntos, até que a cerveja acabou e me ofereci para pegar mais duas na geladeira, quando levantei e fui até a cozinha ele veio atrás sem que eu percebesse, quando abri a geladeira e não achei as cervejas, fui me virar para perguntar onde ele as tinha colocado e quando me virei dei de cara com ele na porta da cozinha, olhando pra mim, ele deu um sorriso de lado e apontou com a cabeça para o congelador, sorri um pouco sem graça e peguei as cervejas. Quando me virei para voltar à sala ele pegou uma cerveja da minha mão e com a outra envolveu a minha cintura, me puxou para mais perto, disse um “Obrigado” e me beijou.
Beijávamos-nos com vontade, com intimidade, como se nos conhecêssemos há anos nos beijávamos como amigos, como homem e mulher, como amantes, um beijo intenso e ao mesmo tempo calmo, sereno, ele tirou a cerveja da minha mão e colocou em cima da mesa, aos poucos ele ia me levando quase que levitando em direção ao seu quarto, a respiração estava ficando mais ofegante, os beijos cada vez mais intensos, as roupas começavam a incomodar, ele me apertava ao mesmo tempo em que me beijava, passava as mãos pelos meus cabelos, pela minha nuca, comecei a desabotoar a blusa dele, e ele começou a levantar o meu vestido, pude sentir as suas mãos quentes e ao mesmo tempo geladas de suor, enquanto íamos nos desfazendo das roupas, o desejo e a excitação ia aumentando, tirei as calças dele, e deitamos na cama, ele tirava o meu sutiã com calma, beijando cada centímetro do meu corpo, em apenas alguns minutos estávamos completamente nus, sobre aquela cama, prontos para nos consumirmos e nos entregarmos ao desejo, à sensação de prazer aumentava a cada beijo e cada passada de mão que ele dava pelo meu corpo, eu sentia um arrepio, estava quase implorando para que ele me penetra-se quando eu senti uma sensação única, completa, fui ao céu ou talvez inferno, vai saber, e voltei em apenas 1 segundo, os movimentos repetitivos faziam meu corpo flutuar, a minha cabeça não conseguia pensar em nada, estava vazia, apenas o meu corpo respondia através de movimentos, os gemidos eram baixo, mas incontroláveis, pude perceber que ele estava curtindo o momento tanto quanto eu estava e me entreguei por inteiro, o meu prazer aumentava a cada minuto, foi quando ele grudou o rosto ao meu falou bem baixinho meu ouvido

- “Gostosa.”

Naquele exato momento, eu saí de mim, apenas o meu corpo estava presente, comecei a me contorcer e a ter espasmos, não pude controlar aquela maravilhosa sensação, mordi os lábios com vontade e entre os dentes soltei alguma expressão ou palavra ou qualquer ruído que seja, logo depois relaxei e pude perceber que ele estava sentindo a mesma sensação que eu, diminuímos o ritmo e ficamos nos olhando, ele foi se ajeitar e eu pensando que ele fosse sair, falei;

-“Não sai agora não.”

E ele respondeu

-“Eu não vou a lugar algum.”



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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Relacionamento



"Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.

Detesto quando escuto aquela conversa:

- Ah, terminei o namoro...

- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...

- Cinco anos.... que pena... acabou...

- é... não deu certo...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa. Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível. Tudo junto, não vamos encontrar.

Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona. Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate, se joga, se não bate...mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.

Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não, porque se não era pra ser, não era...

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.

Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte.

Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo e nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar...ou se apaixonar...ou se culpar...Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????"

Recebi esse texto via e-mail, como se fosse do Arnaldo Jabor, não sei se realmente é dele, mas está ai, gostei do texto, espero que gostem também!


Beijos meus ;*



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domingo, 22 de maio de 2011

Ensina-me a Viver...


Por favor, me ensina a ser gente grande?
Ajuda a me acostumar com tantas contas, preocupações, jogos e mentiras.
Me leva para um lugar onde não haja crianças, felicidade, descontração e brincadeiras.
Diz que não posso mais me preocupar somente com notas abaixo da média, como matar aula de educação física e com o lanche que dão na hora do intervalo.
Me leva para um pub, me mostra como os adultos agem, corta meu cordão, me joga pra fora do ninho. Me machuca, faz com que me apaixone e tire esse amor de mim, me diminua, me faça sofrer.
Me ensina a caçar um leão por dia, a estressar com tudo, me preocupar com o mundo, me entupir de remédios e me embebedar tentando esquecer que crescer é tão difícil.




Adorei esse texto, ele reproduz uma fase das nossas vidas, que todos nós passamos. Peguei emprestado lá no Malvadas



Beijos meus ;*




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